
Título: Nostromo (Edicao de Bolso)
Autor: Joseph Conrad
Sinopse: Os críticos são praticamente unânimes em considerar Nostromo o melhor romance de Joseph Conrad. Os historiadores da literatura, por sua vez, não discrepam em ver no mesmo Conrad um dos expoentes da prosa de ficção inglesa, o principal elo de transição entre o romance vitoriano de um Dickens ou de um Hardy e o romance moderno de um Lawrence ou de um Joyce. A ação de Nostromo se passa na imaginária república sul-americana de Costaguana. Ao narrar as peripécias de uma contra-revolução separatista levada a cabo pelo partido conservador de Sulaco, a mais rica província de Costaguana, em resposta a um golpe militar vitorioso na capital do país, Conrad pinta, com mão de mestre, os desconcertos da história política da América Latina.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Nostromo (Edicao de Bolso)”, de Joseph Conrad, publicado pela editora Companhia de Bolso, em 2007 e com 536 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia de Bolso
Páginas: 536
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535909664
ISBN13: 9788535909661
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,442
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 2,30
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia de Bolso apresentam uma variedade que vai do ensaio crítico à narrativa literária, passando por biografias e estudos históricos. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e uma linguagem que combina rigor intelectual com acessibilidade, seja na análise de temas como religião, filosofia e política, seja na construção de personagens e cenários densos e humanos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que exploram conflitos culturais e sociais profundos e outras que valorizam a dimensão poética e a sensibilidade do cotidiano. Em alguns casos, a prosa é mais densa e filosófica, enquanto em outros predomina um ritmo narrativo mais fluido e envolvente, com humor ou lirismo discretos. Essa diversidade permite ao leitor navegar entre textos que dialogam com a tradição intelectual e outros que se aproximam da experiência pessoal e da memória.
