
Título: Notas para uma ética
Autor: György Lukács
Sinopse: O Instituto Lukács traz a público uma obra até então inédita no Brasil, Notas para uma ética do filósofo húngaro Georg Lukács. As Notas que o leitor ora tem às mãos é o que há de mais sistemático quantos aos esforços de Lukács dirigidos especificamente à elaboração de uma ética marxista. A preocupação de Lukács com as questões éticas é um problema que atravessa toda a sua vida e obra. Com a “virada ontológica” do seu pensamento nos anos de 1930, essa problemática adquire ainda mais força. Em 1960, quando de fato deu início ao projeto de escrever a ética, Lukács estava convencido de que uma ética ontologicamente fundada teria de se basear numa ontologia do ser social. Essa constatação levou-o a escrever, antes da desejada ética, A Ontologia do Ser Social que se constituiu numa introdução à ética. Infelizmente, em 1971, a doença ceifou a vida do grande filósofo e o projeto da ética jamais pôde ser concluído. Notas para uma ética, ainda que se trate de indicações imprecisas e muito difusas acerca do caminho que Lukács pretendia trilhar na explicação da sua ética é já uma comprovação do quão grandiosa ela seria e do quão articulada está essa problemática com todos os campos da vida humana e, sobretudo, com os problemas do futuro da humanidade. Convidamos o leitor a conferir.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Notas para uma ética”, de György Lukács, publicado pela editora Instituto Lukács, em 2015 e com 360 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Instituto Lukács
Páginas: 360
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788565999335
Sobre a editora
Os livros da editora Instituto Lukács convidam o leitor a um mergulho denso e crítico nas questões filosóficas, políticas e sociais sob uma perspectiva marxista. A experiência de leitura é marcada por textos que exploram a ontologia social, a crítica ao capitalismo e o papel do proletariado como sujeito revolucionário, com abordagens que transitam entre análises acadêmicas rigorosas e reflexões acessíveis para estudantes e militantes. A linguagem costuma ser densa, com ritmo que exige atenção e disposição para debates complexos, mas também há espaço para obras que dialogam diretamente com a realidade social e histórica, como estudos literários e investigações sobre a questão racial. O catálogo revela uma preocupação com a articulação entre teoria e prática, evidenciando um compromisso com a transformação social. A diversidade do material sugere obras mais teóricas e outras que adotam um tom mais explicativo ou propedêutico, possibilitando diferentes pontos de entrada para o pensamento crítico.
