
Título: Notre-dame de Paris
Autor: Victor Hugo
Sinopse: Notre-Dame de Paris é um inequívoco exemplo do poder da imaginação, da eficaz utilização de mitos medievais e da construção de uma obra que soube cair nas graças do público. Unindo história, aspectos grotescos, trama passional, a obra atinge patamares de excelência literária que deixam antever o Victor Hugo de obras tardias como Os miseráveis e O homem que ri. Victor Hugo nos apresenta uma Paris repleta de figuras ímpares, a começar pelo incontornável Quasímodo, que se tornaria uma das figuras mais conhecidas do legado literário universal. Paris, em 1482, um poeta inseguro e galanteador de nome Gringoire se perde na babélica e mal-afamada Corte dos Milagres. Uma jovem e atraente cigana, La Esmeralda, o salva, para logo depois virar cobiça de um arquidiácono decadente e doentio (Claude Frollo), que encarrega o batedor de sinos da catedral parisiense, o miserável e repulsivo corcunda Quasímodo, de raptá-la. Ela é libertada por um bem-apessoado oficial (Phoebus), por quem se perde de paixão. Quasímodo é torturado por sua tentativa de sequestro, mas a própria jovem não o condena. O arquidiácono tenta liquidar o oficial, mas consegue que inculpem a cigana, que por sua vez é colocada no pelourinho para confessar. Quasímodo consegue libertá-la e levá-la para a Notre-Dame, onde deveria estar a salvo...
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Notre-dame de Paris”, de Victor Hugo, publicado pela editora Estação Liberdade, em 2012 e com 584 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Estação Liberdade
Páginas: 584
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574481904
ISBN13: 9788574481906
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,645
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.
