
Título: Nova Zelândia: Prazer em conhecer
Autor: Ivan Carneiro Gomes
Sinopse: Com base em observações de viagem e pesquisa de campo, Ivan Carneiro Gomes mostra os diferentes aspectos da experiência neozelandesa até tornar-se um país de primeiro mundo. Através de tópicos curtos, registra como uma ex-colônia britânica isolada do mundo na Oceania desenvolveu uma relação inclusiva com os nativos Maoris e aprendeu a promover um desenvolvimento sustentável com respeito à Natureza. A excelente infraestrutura, segurança pública e oferta de um turismo rico em atrativos só vieram a pós décadas de trabalho. O país zela pela boa gestão dos recursos públicos, oferece educação de qualidade em intercâmbios e está aberto ao empreendedorismo. Na atualidade, tornou-se referência para países que precisam equilibrar desenvolvimento econômico com justiça social.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Nova Zelândia: Prazer em conhecer”, de Ivan Carneiro Gomes, publicado pela editora Artes e ofícios, em 2016 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Artes e ofícios
Páginas: 160
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788574212555
ISBN13: 9788574212555
Sobre a editora
Os livros da editora ARTES E OFICIOS oferecem uma experiência de leitura que transita entre o relato histórico, a crônica urbana e a narrativa ficcional com forte presença do cotidiano brasileiro. O catálogo sugere obras que exploram desde aventuras épicas e mitológicas até histórias intimistas de personagens em transformação, com destaque para temas como a adolescência, a educação e os desafios sociais. A linguagem varia do coloquial e direto ao poético e irônico, muitas vezes com um tom reflexivo ou bem-humorado. A diversidade de temas inclui também guias culturais e relatos de viagem, ampliando o espectro para leitores interessados em contextos geográficos e históricos. O ritmo das obras pode ser tanto dinâmico e tenso quanto contemplativo e narrativo, atendendo a diferentes modos de envolvimento com o texto.
