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Novum Organum

Título: Novum Organum

Autor: Francis Bacon

Sinopse: Novum Organum é uma obra de cunho científico e filosófico publicada em 1620 por Francis Bacon. Na obra, inicialmente, Bacon preocupou-se com os (ídolos), análise de falsas noções que seriam essas análises responsáveis por erros cometidos pela ciência ou pelos homens que diziam fazer ciência, isto passa a ser um dos aspectos mais fascinantes e de interesse permanente na filosofia de Bacon, onde ele apresenta um novo método de pesquisa, desprezando o silogismo de Aristóteles. Propõe assim um método de indução pelo exame dos fatos a procura da lei que os rege. O método de Bacon tinha por objetivo constituir uma nova maneira de estudar os fenômenos naturais. Segundo o próprio Bacon, a descoberta de fatos verdadeiros não depende do raciocínio silogístico aristotélico mas de observação e experimentação regulada pelo raciocínio indutivo. O conhecimento verdadeiro é resultado da concordância e da variação dos fenômenos que, se devidamente observados, apresentam a causa real dos fenômenos. Para isso, no entanto, dizia Bacon, ser necessário descrever de modo pormenorizado os fatos observados para, em seguida, confrontá-los com três tábuas que disciplinarão o método indutivo.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Novum Organum”, de Francis Bacon, publicado pela editora Membros do Grupo de Discussão Acrópolis, em 1952 e com 94 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Membros do Grupo de Discussão Acrópolis

Páginas: 94

Ano: 1952

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de FRANCIS BACON é um convite a um mergulho rigoroso e direto na reflexão sobre o conhecimento e o poder. A prosa é marcada por um estilo denso, preciso e sem digressões, que privilegia a clareza e a objetividade, construindo uma tensão intelectual que desafia o leitor a questionar as bases do saber e sua aplicação prática. Em meio a uma escrita que evita o íntimo e o sentimental, o foco está na articulação de ideias que atravessam filosofia, ciência e política, com ritmo que varia entre a contundência dos ensaios curtos e a complexidade das obras maiores. O leitor se depara com perguntas fundamentais sobre o papel do conhecimento na sociedade, o avanço científico e as implicações éticas e sociais desse processo. Essa experiência exige atenção e disposição para acompanhar um pensamento que, embora antigo, mantém uma inquietação contemporânea.

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