
Título: Nunca É Tarde Para Perdoar
Autor: Humberto Pazian
Sinopse: França, 1763. Filho único do conde Arnaldo D´Jou, Felipe retorna à pátria depois de sofrer amarga derrota nos campos de batalha da Inglaterra. A caminho dos domínios do pai, não sabe que vai ao encontro do seu passado... Embriagado pela beleza epelo encanto de Celine, Felipe deixa-se dominar pela paixão. A linda jovem, filha de um cigano foragido, nega-se a se entregar ao guerreiro, que não aceita a recusa. O ódio de Felipe, então, contamina o ambiente da estalagem onde se encontram, abrindosuas portas para espíritos violentos e vingadores... Agora, tudo pode acontecer: Felipe e Celine, além de outros afetos e desafetos , reencontram-se para entender que nunca é tarde para perdoar.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Nunca É Tarde Para Perdoar”, de Humberto Pazian, publicado pela editora Boa Nova, em 2017 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Boa Nova
Páginas: 144
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 858353070X
ISBN13: 9788583530701
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,185
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora BOA NOVA costumam explorar temas ligados à espiritualidade, mediunidade e valores morais, frequentemente com um tom reflexivo e didático. A leitura revela narrativas que transitam entre histórias de aprendizado, relatos de experiências espirituais e ensinamentos sobre a vida e o além, com linguagem acessível e por vezes contemplativa. O catálogo sugere uma preocupação em apresentar obras que dialogam com leitores interessados em autoconhecimento e questões existenciais, mesclando relatos ficcionais e textos mais informativos. Há também espaço para obras infantis que abordam valores e cuidados com o meio ambiente, ampliando o alcance para públicos variados. Em geral, o ritmo das obras varia entre o calmo e o envolvente, com conflitos internos e dilemas éticos como motes centrais.
