
Título: Nunca seremos felizes.
Autor: Jeferson de Andrade
Sinopse: Brasil, 1977, presidente Ernesto Geisel. Ditadura Militar, plenitude dos anos de chumbo. Uma comitiva formada por Lygia Fagundes Telles, Hélio Silva, Nélida Piñon e o autor de 'Nunca Seremos Felizes', Jeferson de Andrade, é encarregada de entregar um manifesto contra a censura, ao Ministro da Justiça, Armando Falcão, em Brasília, com mais de mil assinaturas de intelectuais de todo o País. Era um período de forte repressão, mas ao mesmo tempo de luta por um ideal, na esperança de um futuro melhor para o Brasil. Em 'Nunca Seremos Felizes', numa história romanceada, compreendendo o Brasil de Getúlio Vargas a Lula, o autor faz uma viagem, de volta ao passado, quando no mundo, existiam todos os sonhos.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “Nunca seremos felizes.”, de Jeferson de Andrade, publicado pela editora KOMEDI, em 2007 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: KOMEDI
Páginas: 192
Ano: 2007
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 856000422X
ISBN13: 9788560004225
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 15,00
- Largura (cm): 22,00
- Espessura (cm): 10,00
Sobre a editora
Os livros da editora Komedi apresentam um perfil que combina narrativas reflexivas e conteúdos práticos, com uma linguagem acessível e, muitas vezes, um tom intimista. O catálogo traz desde crônicas que exploram o cotidiano com leveza e alguma melancolia, até obras que discutem temas como liderança, saúde e organização pessoal, sempre com clareza e foco no aprimoramento do leitor. A diversidade de temas inclui também ficções que abordam conflitos pessoais e sociais, além de textos que convidam à reflexão sobre valores e emoções humanas. O ritmo das obras varia: há textos mais densos e filosóficos, enquanto outros oferecem uma leitura mais fluida e direta, aproximando-se do ensaio ou da narrativa breve.
