
Título: O Abismo do Esquecimento
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: Em 14 de setembro de 1940, 532 dias após o fim da Guerra Civil Espanhola, José Celda foi baleado pelo regime Franquista com outros 11 homens nos fundos do Cemitério de Paterna, em Valência, e sepultado com eles em uma vala comum. Mais de sete décadas depois, e após uma longa e difícil jornada contra a burocracia, Pepica, filha de José, uma senhora idosa já na casa dos oitenta anos, finalmente conseguiu localizar e recuperar seus restos mortais para restaurar sua dignidade. Na batalha pessoal de Pepica Celda contra o esquecimento, o papel de Leoncio Badía foi decisivo. Ele era um jovem republicano que conseguiu trabalho como coveiro no cemitério de sua cidade, depois de ser solto da prisão. Obcecado pelo sentido da vida e pela ordem do universo, Leoncio colaborou secretamente durante anos com as viúvas dos condenados pelo regime de Franco para deixar alguma forma de identificação dos corpos e enterrá-los da maneira mais digna possível. O abismo do esquecimento mostra um labirinto intrincado e comovente que tenta desvendar as misérias de um país que parece insistir em desprezar sua memória
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Abismo do Esquecimento”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Devir, em 2024 e com 296 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Devir
Páginas: 296
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Devir oferecem uma experiência de leitura que transita entre narrativas gráficas densas e universos imaginativos complexos. O catálogo revela uma forte presença de quadrinhos e graphic novels que exploram temas como ficção científica distópica, fantasia com raízes históricas e urbanas, além de histórias que misturam humor e crítica social. A linguagem visual é valorizada, com atenção a estilos que vão do noir ao moderno, e as tramas frequentemente envolvem conflitos humanos em cenários tanto contemporâneos quanto fantásticos. O tom pode variar do melancólico ao irônico, com ritmo que ora acelera em aventuras, ora desacelera para reflexões mais profundas.
