
Título: O Aborto Segundo o Espiritismo
Autor: Humberto C. Pazian
Sinopse: (...) se você, por qualquer motivo, praticou ou induziu alguém ao aborto, saiba que há sempre um caminho da 'salvação' e que a misericórdia divina vai além do conhecimento parco e restrito de alguns eruditos da religião; mas se você está pensando, num processo de aborto, nós lhe suplicamos: não o faça, pois após o conhecimento e a orientação já adquirida, esse ato lhe traria muitos dissabores e reações contrárias à felicidade que almeja. Esperamos que no transcorrer desta obra, que se baseia nos postulados de Allan Kardec e sua codificação, encontre subsídios para melhor refletir e tomar as corretas decisões sobre esse tema. Sugerimos também a você a leitura do livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, para que possa absorver os preciosos ensinamentos do mestre Jesus.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Aborto Segundo o Espiritismo”, de Humberto C. Pazian, publicado pela editora Boa Nova, em 2008 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Boa Nova
Páginas: 96
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8586561037
ISBN13: 9788586561030
Sobre a editora
Os livros da editora BOA NOVA costumam explorar temas ligados à espiritualidade, mediunidade e valores morais, frequentemente com um tom reflexivo e didático. A leitura revela narrativas que transitam entre histórias de aprendizado, relatos de experiências espirituais e ensinamentos sobre a vida e o além, com linguagem acessível e por vezes contemplativa. O catálogo sugere uma preocupação em apresentar obras que dialogam com leitores interessados em autoconhecimento e questões existenciais, mesclando relatos ficcionais e textos mais informativos. Há também espaço para obras infantis que abordam valores e cuidados com o meio ambiente, ampliando o alcance para públicos variados. Em geral, o ritmo das obras varia entre o calmo e o envolvente, com conflitos internos e dilemas éticos como motes centrais.
