
Título: O Adeus às Virgens
Autor: Alexandre Pinheiro Torres
Sinopse: Por que não volta Jonas Açucena ao Brasil e aos Estados Unidos onde, ainda bastante novo, se encheu de dólares? Vem de férias, em 1915, a Portugal, o tal país que o poveirinho Eça de Queirós apelidou de choldra. Mas que deusa impede Jonas de regressar? Poderá a choldra, por suas mãos, transformar-se em Eldorado?Por que não? Alguma doença estranha corromperá de morte Portugal? E que destino o leva à Póvoa de Varzim, berço de Eça, já na década de 30, a Póvoa do Café Chinês e do Guarda-Sol, da Rua dos Cafés, cenário de Las Vegas, roletas, bacarás, bilhares, a batota generalizada? Que fazem por ali os anarquistas catalães refugiados? Serão eles os devoradores de virgens ou mais alguém? E quem são elas? Cecília? Maria Pureza? Lilian? Sara? Leonor? Berta? Helena? Fátima? Perguntas e mais perguntas que às vezes nem o mar responde porque o sangue de quem morre, ou de quem começa a vida, tolda em excesso as ondas erguidas sempre altas pelos músculos do vento norte.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Adeus às Virgens”, de Alexandre Pinheiro Torres, publicado pela editora Leya, em 2022 e com 396 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Leya
Páginas: 396
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722131362
ISBN13: 9789722131360
Sobre a editora
Os livros da editora Leya costumam levar o leitor a mundos ricos em fantasia e realidade, onde personagens enfrentam conflitos intensos, sejam eles pessoais, sociais ou históricos. A experiência de leitura varia entre narrativas épicas, como guerras e disputas pelo poder, e histórias intimistas que exploram relações familiares e jornadas de autoconhecimento. O tom pode oscilar do humor leve e criativo até a tensão dramática e o suspense, sempre com tramas que convidam à reflexão sobre temas como identidade, coragem, e transformação. O catálogo apresenta obras que transitam entre o fantástico e o realista, com ritmo que pode ser tanto acelerado e cheio de reviravoltas quanto mais pausado e contemplativo.
