
Título: O Álbum Negro
Autor: Hanif Kureishi
Sinopse: Ambientado na Londres de 1989, época do verão do amor, das raves regadas a drogas, mas também da condenação à morte de Salman Rushdie e da queda do muro de Berlim, O álbum negro pode ser definido como uma comédia pop em tom kafkiano. Conta a história de Shahid, estudante de origem paquistanesa em busca de uma identidade, seja ela qual for, de liberal a fundamentalista, de asceta a hedonista. Isso em meio a citações de Bob Dylan e Prince, cujo disco pirata The black album, disputado a tapas na época, serviu como título ao livro. Hanif Kureishi é escritor e roteirista de cinema (Minha adorável lavanderia). Seu primeiro romance, O buda do subúrbio (Companhia das Letras, 1992), ganhou o prêmio Whitbread de melhor romance de estreia.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Álbum Negro”, de Hanif Kureishi, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1997 e com 288 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 288
Ano: 1997
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571646236
ISBN13: 9788571646230
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
