
Título: O Alegre Canto da Perdiz
Autor: Paulina Chiziane
Sinopse: “Dizem que sou romancista e que fui a primeira mulher moçambicana a escrever um romance (Balada de amor ao vento, 1990), mas eu afirmo: sou contadora de estórias e não romancista. Escrevo livros com muitas estórias, estórias grandes e pequenas. Inspiro-me nos contos à volta da fogueira, minha primeira escola de arte.” PAULINA CHIZIANE Delfina é uma mulher negra cujo grito de liberdade está sempre sufocado. Sujeita às vontades do marido negro ou do amante branco, enfrenta as dificuldades de criar uma família multirracial e buscar o sustento em um cenário de casamentos por encomenda, de venda do corpo por quase nada. Misturando imaginação e misticismo, a prestigiada escritora moçambicana Paulina Chiziane apresenta um retrato poderoso e peculiar da sociedade e da mulher africana.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Alegre Canto da Perdiz”, de Paulina Chiziane, publicado pela editora Dublinense, em 2019 e com 336 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Dublinense
Páginas: 336
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8583181047
ISBN13: 9788583181040
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,450
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Dublinense costumam apresentar uma leitura que mescla densidade emocional e experimentação formal, com narrativas que exploram tanto o íntimo quanto o social. É comum encontrar personagens em jornadas de autoconhecimento ou em situações-limite, como deslocamentos geográficos, crises políticas e conflitos pessoais, que revelam camadas complexas da existência humana. O tom varia entre o reflexivo e o tenso, com passagens que transitam entre a prosa poética e o realismo cru, sempre com atenção a detalhes cotidianos e culturais. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que desafiam formatos tradicionais e outras que se apoiam em narrativas mais lineares, mas todas com uma linguagem cuidadosa e imagens vívidas.
