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O Amor é um Cão dos Diabos

Título: O Amor é um Cão dos Diabos

Autor: Charles Bukowski

Sinopse: Como a prosa, cada poema de BUKOWSKI, CHARLES corta como aço de navalha. Ele expõe as vísceras da realidade, revolve o cotidiano, e, de onde nem se pensa que sairá um poema, brotam versos de pura genialidade. Algo como um saxofone gemendo na noite fria. As ruas molhadas refletindo o brilho feérico do neon. Fantasmas da madrugada buscam um gole da bebida mais forte que encontrarem. Bares fechando, a luz amarelada, o odor acre de suor misturado com álcool e muito tabaco. Poucos souberam, como BUKOWSKI, CHARLES , arrancar versos de quartos sórdidos de hotel, becos imundos, mulheres de todas as formas, bocas vermelhas demais, madrugadas longas, solitárias. É o bepop dos marginalizados, dos perdedores, pensadores de sarjeta, filósofos encharcados de uísque vagabundo.

Contexto da obra

Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “O Amor é um Cão dos Diabos”, de Charles Bukowski, publicado pela editora LPM, em 2010 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.

Editora: LPM

Páginas: 304

Ano: 2010

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8525420395

ISBN13: 9788525420398

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,225
  • Altura (cm): 17,80
  • Largura (cm): 10,70
  • Espessura (cm): 1,70

Sobre o autor

A leitura dos livros de Charles Bukowski é uma imersão em um universo áspero, onde a prosa e a poesia se entrelaçam em tons secos e por vezes sarcásticos. A voz do autor é direta, quase oral, carregada de uma sinceridade crua que expõe personagens marginalizados e situações-limite, com um humor cáustico que ora provoca riso, ora desconforto. O ritmo varia entre a urgência das ruas de Los Angeles e momentos de introspecção melancólica, sempre com um olhar que não se afasta da sordidez humana, mas também não perde a capacidade de ironia. Os textos sugerem uma forte presença do alter ego Henry Chinaski, que percorre histórias de fracasso, vício e sobrevivência, enquanto os poemas revelam uma autobiografia acidental, marcada por angústias e devaneios. Essa experiência literária convida o leitor a confrontar a existência sem filtros, com uma linguagem coloquial e uma sensibilidade que, apesar da dureza, é profundamente humana.

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