
Título: O amor em Roma
Autor: Pierre Grimal
Sinopse: Os romanos, presos entre uma tradição austera de moral familiar e o prazer de viver – tão italiano – sempre desconfiaram do amor. Durante muito tempo a mulher foi a ‘mãe’, todo-poderosa dentro do lar, mas sem nenhuma vida social. Os jovens amavam fora de casa mulheres ‘livres’ que não podiam aspirar à dignidade de matronas. Casamentos eram negócios sérios, alianças entre famílias. No entanto, a aspiração por mais liberdade aos poucos vai-se instalando. Mesmo as mulheres da alta sociedade querem ser amadas. Os poetas elegíacos elaboram uma verdadeira mística da mulher amada e as grandes damas, ao redor de Augusto e de Lívia, participam ativamente da vida política, alimentando complôs, lutando entre si por ambição. E a famosa corrupção dos costumes atribuída a Roma? Exatamente como em outras épocas, nem mais nem menos. Os indivíduos seguiram seu destino segundo seus corações. As descrições de extrema liberdade de costumes que os satíricos nos deixaram provam apenas que eles se indignavam com aquilo. Os romanos amaram com ternura, às vezes com violência, e quando cantaram suas paixões souberam encontrar o tom capaz de nos comover ainda hoje.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O amor em Roma”, de Pierre Grimal, publicado pela editora Martins Fontes, em 1991 e com 334 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Martins Fontes
Páginas: 334
Ano: 1991
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.
