
Título: O amor que a gente sente
Autor: Luiz Schettini Filho
Sinopse: Há momentos em que o silêncio é insubstituível no encontro de duas pessoas. É nesse momento que se olham, nos olhos, e deixam transparecer todo o amor do mundo. As palavras são boas quando ditas com propriedade e igualmente boas quando as silenciamos por não saber dizê-las, nos momentos em que a emoção sufoca. Às vezes, o silêncio transmite o que sentimos com a perfeição que não cabe nas palavras, mesmo aquelas cheias de toda a poesia. O silêncio não existe, apenas, pela ausência do que dizer. O silêncio é também uma forma de a gente falar. De respeitar. De preservar. De acariciar. De tornar eterna a palavra que não se ousou dizer. Afinal, para que palavras, se o silêncio é a confirmação de todas as palavras que não sabemos dizer? Talvez, sejamos mais sábios quando entendemos o silêncio do que quando compreendemos as palavras.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O amor que a gente sente”, de Luiz Schettini Filho, publicado pela editora bagaço, em 2003 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: bagaço
Páginas: 96
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8574095966
ISBN13: 9788574095967
Sobre a editora
Os livros da editora BAGAÇO costumam transportar o leitor para universos marcados por uma forte presença da cultura nordestina e afro-brasileira, onde a memória, a história e as tradições populares ganham voz. A experiência de leitura é frequentemente permeada por narrativas que mesclam poesia e prosa, com um ritmo que ora é lírico e contemplativo, ora traz um tom investigativo e documental. Muitas obras exploram temas sociais densos, como a fome, a discriminação racial e a luta por identidade, sempre com um olhar que valoriza o regionalismo e o cotidiano das comunidades retratadas. O catálogo revela também uma atenção especial a histórias que dialogam com o folclore, a religiosidade e as expressões culturais locais, criando um ambiente de leitura que pode ser tanto imersivo quanto reflexivo.
