
Título: O Ano Literario: 2002-2003
Autor: Wilson Martins
Sinopse: Mais uma vez o crítico literário de maior credibilidade no país reúne em livro seus artigos publicados, ao longo de um ano, em vários jornais brasileiros, sobretudo do Rio de Janeiro e Curitiba. Segundo Miguel Sanches Neto, que assina a apresentação, "mesmo tendo escrito ensaios fundamentais, como os sete volumes da História da inteligência brasileira, painel insuperável das manifestações intelectuais do país, o que caracteriza o pensamento deste autor é uma gramática crítica. Ele lê o Brasil de forma metonímica, a partir dos lançamentos, sem propor estruturas analíticas artificiais, e sim vendo em cada obra a identidade da nação". Este é o segundo volume do projeto da Topbooks de editar todas as críticas literárias de Wilson Martins ano a ano.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “O Ano Literario: 2002-2003”, de Wilson Martins, publicado pela editora TOPBOOKS, em 2007 e com 417 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: TOPBOOKS
Páginas: 417
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574751537
ISBN13: 9788574751535
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,670
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 10,00
Sobre a editora
Os livros da editora TOPBOOKS convidam a uma leitura que transita entre o ensaio crítico, a poesia e a narrativa histórica, com frequente atenção às tensões entre passado e presente. O catálogo revela obras que exploram desde dilemas existenciais e conflitos afetivos até análises políticas e econômicas, sempre com um tom que varia entre o reflexivo e o denso, sem perder a clareza. Há uma presença marcante de textos que mesclam rigor acadêmico com linguagem acessível, além de narrativas que investigam a condição humana por meio de personagens complexos e situações-limite. Essa diversidade sugere uma curadoria que privilegia o diálogo entre literatura, filosofia e ciências sociais, com um ritmo que pode ser tanto meditativo quanto envolvente.
