
Título: O Arquipélago em Chamas
Autor: JULIO VERNE
Sinopse: Júlio Verne nasceu em Nantes, na França, em 1828. Seu interesse em ciências, pesquisas e viagens marítimas o levou a criar vasta literatura de ficção científica. De fato, muitas das criações de suas fantasias ele descreveu em livros que falavam de viagens e aventuras, nos quais ele anteviu progressos de invenções mecânicas e científicas do futuro. Verne foi o precursor da categoria literária de viagens imaginárias. Em 1827, durante a luta dos gregos pela sua independência, o capitão Starkos volta a Grécia onde é denunciado pela própria mãe sobre aquilo que ele se transformou. O tenente francês Henry d'Albaret da Marinha francesa, e outros franceses se juntaram aos gregos neste conflito. E Henry, mediante a ameaça que sofre a jovem Hadjine que ele ama, combate o pirata Sacratif.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Arquipélago em Chamas”, de JULIO VERNE, publicado pela editora HEMUS, em 1995 e com 240 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: HEMUS
Páginas: 240
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 852890329X
ISBN13: 9788528903294
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Hemus apresentam uma leitura que transita entre o técnico e o narrativo, com títulos que exploram desde a história antiga e civilizações pré-colombianas até manuais detalhados de engenharia e mecânica. O catálogo revela um interesse por temas que exigem rigor e detalhamento, como projetos arquitetônicos, diagnósticos automotivos e processos industriais, mas também inclui obras que convidam à reflexão filosófica e à aventura literária. O ritmo das narrativas pode variar bastante, indo de textos densos e descritivos a abordagens mais diretas e didáticas, sempre com um foco claro na transmissão de conhecimento ou na reconstrução crítica de contextos históricos e culturais. Em meio a essa diversidade, a Hemus parece privilegiar leitores que buscam aprofundamento, seja em áreas técnicas ou em temas de história e cultura, com uma linguagem que valoriza a precisão e o conteúdo substancial.
