
Título: O "Ateísmo" da Igreja Primitiva
Autor: Rousas John Rushdoony
Sinopse: Embora muitos possam estranhar o título deste livro, os primeiros cristãos eram considerados como “ateus” pela maioria das pessoas no império romano. O motivo é que, em vez de adorar milhares de deidades visíveis, os cristãos adoravam somente o único Deus vivo e verdadeiro, que é invisível (1Tm 1.17). Adicionalmente, eles eram tidos como ateus também por não reconhecerem as reivindicações divinas do Estado romano e, em particular, de César. Devemos lembrar que o imperador romano reivindicava ser divino, de forma que, quando alguém dizia “César é Senhor”, estava dizendo na verdade que César é deus. Todavia, ser cristão significa reconhecer que somente “Jesus é Senhor” (Rm 10.9); por causa disso, a igreja era vista como inimiga do Estado, e por boas razões. A explicação é que, como Rushdoony observa, a Bíblia requer que sirvamos um Senhor que não o Estado, com um tipo inteiramente diferente de educação e lei.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O “Ateísmo” da Igreja Primitiva”, de Rousas John Rushdoony, publicado pela editora Monergismo, em 2009 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Monergismo
Páginas: 96
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788562478277
Sobre a editora
Os livros da editora Monergismo oferecem ao leitor uma imersão profunda em temas que se situam na interseção entre fé cristã, ética e cultura contemporânea. A experiência de leitura é marcada por um tom reflexivo e argumentativo, frequentemente voltado à defesa e à explicação da cosmovisão cristã bíblica diante dos desafios atuais, como debates sobre bioética, educação, e a influência do secularismo. O catálogo privilegia obras que dialogam com questões filosóficas, teológicas e sociais, apresentando tanto análises críticas quanto orientações práticas para a vida cristã. Há obras que adotam um estilo mais expositivo e didático, enquanto outras se aproximam de uma conversa franca e pastoral, sempre com linguagem acessível e fundamentada nas Escrituras.
