
Título: O Baú das Histórias
Autor: Gail E. Haley
Sinopse: Em O Baú das histórias, Gail E. Haley reconta e ilustra um conto africano. Sobre o livro, a autora comenta: Muitas histórias africanas – não importa se são ou não sobre Kwaku Ananse, o “Homem-Aranha” – são chamadas de “histórias de aranha”. Este livro conta como isto aconteceu. Houve um tempo em que todas as histórias pertenciam a Nayme, o Deus do Céu. Ele as guardava em uma caixa de ouro. Ananse, um velhinho pequeno e fraco, desejando comprar as histórias para contar ao povo de sua aldeia, teceu uma teia até o céu. Nayme riu ao vê-lo diante de si. Como ele poderia desejar um tesouro tão precioso? O Deus do Céu impâslhe como pagamento três tarefas dificílimas. O velhinho venceu todos os desafios propostos. Nayme, então, proclamou: (…) minhas histórias pertencem a Ananse e serão chamadas histórias do Homem-Aranha. A leitura desse conto resgata a importância do ato de contar histórias – um ato de troca.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Baú das Histórias”, de Gail E. Haley, publicado pela editora Global Editora, em 2005 e com 40 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 40
Ano: 2005
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526009621
ISBN13: 9788526009622
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 20,00
- Espessura (cm): 0,20
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
