
Título: O Beijo de Vesúvio
Autor: Paulo Aires
Sinopse: Absurda, estranha e arrebatadora prosa poética. Em certos pontos beira a crônica, avizinha-se do ensaio. Através de Pedro Caneti, jovem órfã de pai, estudante de jornalismo, narrador-protagonista, Paulo Aire grafa o perfil de uma geração tumultuada, condenada à cultura do vazio, proibida de cultuar sonhos sagrados, forçada à solidão social. O Beijo de Vesúvio anota o apreço de Pedro Caneti à Literatura, sua conturbada vocação de escritor e devoção à boemia. As personagens Malu, Pilar, Matilde, Anamira e Beatriz Somozq, ganham expressivo contorno sob a ótica apaixonada do narrador. O enredo transcorra na fictícia cidadese Capadócia, capital de um paia imaginário. O livro aponta elementos reveladores das acirradas contradições sociais do mundo atual. Depois de Cantigas de Resistência (Poemas), Paulo Aires enfrenta os fantasmas da prosa e oferece-os este romance mágico e definitivo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Beijo de Vesúvio”, de Paulo Aires, publicado pela editora Kelps, em 2007 e com 142 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Kelps
Páginas: 142
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8577660648
ISBN13: 9788577660643
Sobre a editora
Os livros da editora Kelps conduzem o leitor por narrativas que misturam memória, história regional e reflexões sociais, muitas vezes com um olhar sensível sobre a cultura brasileira. O catálogo privilegia obras que dialogam com o cotidiano de comunidades, abordando temas como política local, educação, meio ambiente e espiritualidade, frequentemente com um tom analítico, poético ou existencial. A diversidade editorial inclui desde relatos jornalísticos e históricos até poesia e ficção com nuances de aventura e espiritualidade, revelando uma preocupação tanto com o passado quanto com questões contemporâneas. A leitura costuma ser marcada por uma linguagem acessível, ora lírica, ora crítica, que privilegia a experiência humana em contextos específicos, sobretudo do interior do Brasil.
