
Título: O Bicho Folharada. E Outros Espertinhos
Autor: Mary França
Sinopse: O Bicho Folharada e outros espertinhos reúne quatro narrativas curtas sobre o relacionamento, nem sempre amistoso, entre alguns animais. Na primeira história, quem cria uma grande confusão é o sapo. Uma certa andorinha chegou espalhando a notícia de uma festa no céu. Todos que sabiam voar estavam convidados. Do pequeno Beija-Flor ao majestoso Flamingo. E, de fato, as aves se animaram. Sentiram-se lisonjeadas. Quem não podia ir, lamentava. Muitos se roíam de inveja. A Arara achou muita graça quando ouviu o Sapo dizer que também ia. Isso não era possível. O que nenhum deles sabia era que o Sapo tinha um plano. O eterno conflito gerado pela esperteza da raposa e da onça em relação aos outros animais também é assunto dessas histórias bem-humoradas e construtivas de Mary e Eliardo França.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Bicho Folharada. E Outros Espertinhos”, de Mary França, publicado pela editora Global Editora, em 2006 e com 32 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 32
Ano: 2006
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526011332
ISBN13: 9788526011335
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 27,50
- Largura (cm): 20,00
- Espessura (cm): 0,20
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
