
Título: O Boneco (Casa do Pesadelo)
Autor: Diane Hoh
Sinopse: Convidada para participar da festa de Halloween que aconteceria na Casa do Pesadelo, Jaye resolveu apresentar um número de ventriloquia. Precisava de um boneco. Como o modelo que encontrou no shopping estava além do orçamento previsto, decidiu chamar Fiona para interpretar o personagem. Fiona era pequena e bem magrinha. Mais perfeita, impossível. As duas trabalharam incansavelmente durante quinze dias para criar uma história assustadora. Ocupada com os ensaios, Jaye acabou negligenciando todos que estavam habituados a andar junto dela. Não via a hora de poder voltar a viver normalmente, passeando e se divertindo ao lado do namorado e das amigas. Fiona, entretanto, acabou descobrindo que tinha sido usada apenas em função do seu tipo físico e ficou completamente descontrolada. A partir daquele momento, coisas aterrorizantes começaram a acontecer.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Boneco (Casa do Pesadelo)”, de Diane Hoh, publicado pela editora Rocco, em 2002 e com 173 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Rocco
Páginas: 173
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
