
Título: O Bosque das Virgens #02: 2.Lobo
Autor: Jean Dufaux, Béatrice Tillier
Sinopse: Após anos de luta incessante, a guerra entre a humanidade e os canídeos chega ao fim depois que os humanos começam a usar armas de fogo, obrigando as bestas primitivas comparativamente declarar uma trégua. É decidido que um casamento interespecífico seja formado entre Aube, a filha do nobre humanos Arcan, e Loup-de Feu, o filho do Senhor da Bestas, Loup-de-Traille. Aube não está satisfeita com o acordo, acreditando que o fruto gerado dessa tal união seria uma blasfêmia. Quando chega a hora do casamento, Saliat, irmão de Aube mata Loup-de-Feu, e foge com sua irmã para o Bosque das Virgens, um lugar onde só as virgens podem sair vivas. Pelo outro lado, as feras anulam a trégua fazendo com que a guerra torne a reinar entre as especies. Mas o que eles não sabem, é que existe um hibrido que mudara todo o destino das duas raças. Com o roteiro de Jean Dufaux e a bela arte de Béatrice Tillier, que usou a si própria e o ator Christian Bale como referência para os personagens principais.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Bosque das Virgens #02: 2.Lobo”, de Jean Dufaux, Béatrice Tillier, publicado pela editora Delcourt, em 2013 e com 56 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Delcourt
Páginas: 56
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Delcourt oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas que transitam entre mundos fantásticos, conflitos humanos intensos e universos distópicos. O catálogo revela uma predileção por histórias em quadrinhos e graphic novels, onde o ritmo pode variar do suspense tenso à leveza poética, como em relatos infantis ou dramas pessoais. Há uma clara inclinação para tramas que exploram relações complexas — sejam elas de amizade, amor ou antagonismo — em cenários que vão de planetas inóspitos a ambientes urbanos contemporâneos. A diversidade editorial se manifesta no contraste entre obras mais narrativas, focadas no desenvolvimento de personagens e emoções, e outras que exploram temas sociais e políticos com tom investigativo ou crítico.
