
Título: O BRASIL-NAÇÃO COMO IDEOLOGIA
Autor: Maciel Fabrício
Sinopse: Se não quisermos ficar presos às ilusões da conjuntura, na qual já se tornou um clichê a crítica à esquerda como principal paradigma explicativo da realidade atual, precisamos fazer uma releitura atenta de nossa história nacional. No cenário político recente, é necessário compreender a mudança de significa - do entre os enunciados “Brasil, um país de todos” e “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”. Ao discutir como o mito da brasilidade foi construído ideologicamente, desde nossa independência como nação até o presente – tratando o conceito de “ideologia” sociologicamente –, este livro é uma tentativa de contribuição para uma análise rigorosa sobre os dilemas do Brasil atual
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “O BRASIL-NAÇÃO COMO IDEOLOGIA”, de Maciel Fabrício, publicado pela editora Autografia Editora, em 2020 e com 174 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Autografia Editora
Páginas: 174
Ano: 2020
Edição: 2
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6555310189
ISBN13: 9786555310184
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,205
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora AUTOGRAFIA EDITORA apresentam uma variedade de temas que transitam entre a literatura poética, narrativas de aventura e obras de caráter acadêmico e social. A experiência de leitura pode ser tanto contemplativa, com poesias que exploram o amor e a identidade cultural, quanto instigante, em histórias que envolvem mistérios e jornadas em cenários naturais e urbanos. O catálogo sugere obras que dialogam com questões contemporâneas, como políticas educacionais, saúde mental e direitos sociais, além de textos que mesclam o didático com o reflexivo. Essa diversidade indica uma produção que valoriza tanto o envolvimento emocional quanto o pensamento crítico, com ritmos que vão do mais lírico ao mais analítico.
