
Título: O Brasil visto de fora
Autor: Thomas Skidmore
Sinopse: Obra básica para uma compreensão da realidade brasileira. Quem somos nós? Como chegamos a ser desse jeito? Somos mesmo uma democracia racial? Por que é grande a diferença entre o negro do Brasil e o negro dos EUA? Qual o peso da política econômica no senso de identidade nacional? As respostas a essas questões são o objeto de estudo de Skidmore. "Identidade" discute os importantes momentos da formação de nossa identidade, como as obras de Giberto Freyre, que alteraram profundamente o ponto de vista dos brasileiros sobre seu próprio passado; o significado dos EUA para o Brasil, em vários períodos, tanto na visão favorável de intelectuais notáveis quanto na de críticos ferrenhos, e o rumo desse debate com a produção de outros intelectuais. "Raça" compara certas características das relações raciais nos EUA e no Brasil desde a abolição. "Política econômica" compara as relações entre política e desenvolvimento econômico no Brasil e na Argentina nos períodos de Vargas e Perón e dos regimes militares.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Brasil visto de fora”, de Thomas Skidmore, publicado pela editora Paz e Terra, em 2001 e com 292 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paz e Terra
Páginas: 292
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8521900384
ISBN13: 9788521900382
Sobre a editora
Os livros da editora Paz e Terra costumam apresentar obras que exploram temas históricos, políticos e sociais com profundidade analítica e rigor documental. A experiência de leitura é marcada por textos que dialogam com a formação cultural e política, abordando desde revoluções e conflitos mundiais até reflexões sobre identidade nacional e processos educacionais. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que vão do relato histórico detalhado a análises críticas sobre democracia, economia e cultura. O catálogo sugere uma preocupação em conectar passado e presente, com um ritmo que privilegia o pensamento crítico e o entendimento dos processos sociais complexos.
