
Título: O buraco na parede
Autor: Rubem Fonseca
Sinopse: estre na arte do conto, Rubem Fonseca dá às palavras uma força de impacto poucas vezes obtida por outros ficcionistas. Delegados e marginais, escritores fracassados, pobres-diabos que se sujeitam a qualquer negócio, o sexo como moeda podre, culpa e apartheid social entrelaçam-se continuamente em textos inquietos e velozes, que o leitor, perturbado e cúmplice, traga sem respirar da primeira à última linha. Depois da publicação de Contos reunidos (Companhia das Letras, 1994), Rubem Fonseca retomou o gênero com este O buraco na parede, seu décimo terceiro livro publicado. Aqui estão presentes as mesmas qualidades de ousadia, lucidez, técnica e invenção que fizeram de sua literatura um dos registros mais contundentes da vida no Brasil de hoje - esse mundo estranho que não deixa de ser o nosso mundo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O buraco na parede”, de Rubem Fonseca, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1995 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 160
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8571644799
ISBN13: 9788571644793
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
