
Título: O Cacador De Lobisomem
Autor: Joel Rufino Dos Santos
Sinopse: O misterioso viajante está coberto de poeira. Usa um chapelão e tem os dedos cobertos de anéis. O cavalo, coitado, está com três palmos de língua de fora. Pelo jeito caminham há muitas horas. Onde será que vão? Assim começa essa enigmática e bem humorada narrativa criada por Joel Rufino dos Santos. O cenário é a precária Vila de Passavento, uma cidadezinha da roça, amedrontada com a existência de um bicho estranho que os moradores julgavam ser um lobisomem. O prefeito, Doutor Arenaldo, contrata o coronel Dondom, o maior caçador do mundo desse lendário animal. Para decepção de todos, o famoso coronel constata que não se trata de lobisomem. Antes de partir, arrasado e cabisbaixo, sugere ao prefeito que procure, no Tibete, o doutor Sanzorréi. Muitas passagens engraçadas, muito suspense, muita ação, muita surpresa nesta história tão bem contada que resgata um pouco do nosso imaginário popular.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Cacador De Lobisomem”, de Joel Rufino Dos Santos, publicado pela editora Global Editora, em 2009 e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 64
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526013467
ISBN13: 9788526013469
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
