
Título: O Camafeu de Esmeraldas
Autor: Deiana Francisco
Sinopse: Rio de Janeiro, 1948. O jovem e simpático motorneiro de bondes Germano Xavier conhece a bela e rica Heloísa Amaro Cruz, pertencente à alta sociedade carioca da época, com quem inicia um intenso e secreto romance, apesar do abismo de classes que os separa. Nos Estados Unidos, Frank Sinatra acaba de gravar “Everybody loves somebody”; no Brasil, o gaúcho Lupicinio Rodrigues compõe “Nervos de aço”, eternizado pelo magnífico Chico Alves, e ambas as músicas embalam os sonhos do ingênuo casal... Em meio a uma elegante festa no casarão da família da moça, no Leblon, o roubo de uma esplêndida e centenária joia – o camafeu de esmeraldas –, seguido do assassinato de sua proprietária, a tia-avó da jovem, muda totalmente o destino dos dois protagonistas, levando Germano à cadeia, onde permanece por cerca de 18 anos, e Heloísa a um casamento de conveniência. Ao longo da trama, cujo desfecho tem como pano de fundo o Rio de Janeiro de 1967, uma intrincada relação de poder, vaidade, orgulho e preconceito permeada por uma insólita investigação policial se desenrola aos olhos do leitor, levando os personagens dessa história de amor e sofrimento a um desfecho surpreendente.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Camafeu de Esmeraldas”, de Deiana Francisco, publicado pela editora Scortecci Editora, em 2019 e com 268 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Scortecci Editora
Páginas: 268
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8536659122
ISBN13: 9788536659121
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Scortecci Editora oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e por abordagens que transitam entre o ensaio crítico, a ficção e a poesia. O catálogo sugere uma predileção por obras que exploram reflexões profundas sobre cultura, sociedade e espiritualidade, além de narrativas que investigam conflitos internos e históricos, muitas vezes ambientadas em contextos realistas ou simbólicos. A linguagem varia entre o acessível e o denso, com textos que podem ser tanto didáticos quanto poéticos, contemplativos ou tensos, sempre com uma atenção ao detalhe e à construção de atmosferas envolventes. Essa variedade permite ao leitor navegar entre obras mais narrativas e outras de caráter mais informativo ou reflexivo, com um ritmo que pode ser tanto cadenciado quanto urgente.
