
Título: O Cão dos Baskerville
Autor: Arthur Conan Doyle
Sinopse: O escocês Sir Arthur Conan Doyle (1859-1930) foi um escritor cuja extensa obra compreende diversos gêneros que vão da ficção científica até a poesia. Porém, seu maior êxito são as histórias de Sherlock Holmes. Dos quatro romances do detetive, "O Cão dos Baskerville é o terceiro e, originalmente, foi publicado em folhetins de agosto de 1902 até abril de 1903. Seu cenário é a região pantanosa de Dartmoor, no oeste da Inglaterra, fonte de muitas lendas e pesadelos. Nada mais conveniente, a medida que a trama coloca em xeque o próprio sobrenatural ao apresentar uma série de mortes relacionadas a uma velha maldição familiar, envolvendo o espectro de um cachorro demoníaco. Nessa narrativa, Doyle revela um profundo conhecimento da natureza humana, afora um acurado raciocínio lógico, capaz de arrancar elogios do mais renitente crítico. Por sinal, seus leitores estão sempre a meio caminho das investigações, isto é, atrás da genialidade de Holmes e a frente da obtusidade de Watson. Nota: A presente edição apresenta índice ativo e mais de quarenta desenhos originais de Sidney Paget.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Cão dos Baskerville”, de Arthur Conan Doyle, publicado pela editora Zahar, em 2013 e com 196 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Zahar
Páginas: 196
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
