
Título: O CÃO NEGRO DE CLONTARF
Autor: Cesar Alcázar
Sinopse: O ponto de partida foi a notória Batalha de Clontarf, ocorrida no ano de 1014. Um lendário combate entre vikings e gaélicos pela supremacia da Irlanda. No entanto, Anrath não estava ao lado dos vitoriosos irlandeses comandados por Brian Boru. Raptado ainda criança por saqueadores nórdicos, ele lutou em Clontarf ao lado dos vikings, tornando-se um homem odiado e temido. Após romper com o bando da qual fazia parte, Anrath percorre a Irlanda como mercenário, sempre perseguido pelo passado. O Cão Negro de Clontarf narra aventuras recheadas de fantasia bem ao estilo de Robert E Howard. Mas, mais do que isso, ela foca os conflitos de um homem preso a uma vida de violência, da qual não consegue escapar. O protagonista, Anrath, tem um pouco dos samurais de Akira Kurosawa: solitário e melancólico, ele nem sempre está do lado dos vencedores. Um herói mais humano do que o habitual na Fantasia.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O CÃO NEGRO DE CLONTARF”, de Cesar Alcázar, publicado pela editora AVEC Editora, em 2021 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: AVEC Editora
Páginas: 160
Ano: 2021
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586099307
ISBN13: 9786586099300
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,188
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora AVEC Editora apresentam um amplo espectro narrativo, transitando entre fantasia, suspense, aventura e narrativas históricas com ambientações detalhadas. A experiência de leitura frequentemente envolve mundos imaginativos, desde cenários urbanos repletos de mistérios locais até universos steampunk e épicos medievais, com personagens que enfrentam dilemas pessoais e conflitos maiores, como guerras e ameaças sobrenaturais. O catálogo também inclui obras interativas e voltadas para a criatividade, como diários e livros de atividades, além de narrativas que exploram temas sociais e históricos sob perspectivas pouco convencionais. A diversidade editorial sugere um equilíbrio entre histórias mais narrativas e outras com tom investigativo ou reflexivo, contemplando públicos que buscam desde entretenimento até imersão em contextos culturais e históricos.
