
Título: O CAPITAL ESTÁ MORTO
Autor: Wark McKenzie
Sinopse: Não é capitalismo, não é neoliberalismo - e se for algo pior? Neste novo livro radical e visionário, McKenzie Wark argumenta que a informação deu poder a um novo tipo de classe dominante. Por meio da propriedade e do controle da informação, esta classe emergente domina não apenas o trabalho, como também o capital - da maneira que tradicionalmente o compreendemos. Não são apenas as empresas de tecnologia como a Amazon e o Google, que podem dominar toda a cadeia de produção com a propriedade de nada além de marcas, patentes, copyrights e sistemas logísticos, mas também outras, como Walmart e Nike. Enquanto os entusiastas tecno-utópicos ainda celebram estas inovações bradando serem melhorias do capitalismo, para os trabalhadores - e para o planeta - elas são terríveis. Esta nova classe dominante usa os poderes da informação para burlar qualquer obstáculo levantado pelos movimentos trabalhistas e sociais. Então, como encontrar uma saída? "O Capital está Morto" oferece não apenas ferramentas teóricas para analisar este novo mundo, mas também formas de mudá-lo. Baseando-se no pensamento de um surpreendente espectro de teóricos clássicos e contemporâneos, Wark propõe uma visão esclarecedora e genuína da condição contemporânea e das forças de classe emergentes que a controlam e a contestam.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “O CAPITAL ESTÁ MORTO”, de Wark McKenzie, publicado pela editora Editora Funilaria, em 2022 e com 232 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Editora Funilaria
Páginas: 232
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6584735125
ISBN13: 9786584735125
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,50
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Funilaria costumam explorar temas sociais e políticos com uma abordagem que mescla narrativa e reflexão crítica. As obras frequentemente trazem personagens e situações que discutem identidade, pertencimento e memória, muitas vezes em contextos históricos marcados por conflitos e transformações, como a descolonização e movimentos sociais. O tom varia entre o lírico e o contundente, com textos que transitam entre o trágico e o cômico, o realismo e o fantástico, além de uma presença forte de perspectivas feministas e ativistas. O catálogo revela uma atenção especial à linguagem como ferramenta de questionamento e resistência, com obras que combinam entrevistas, poesia, dramaturgia e ensaios, oferecendo uma experiência de leitura que convida à reflexão sobre o presente a partir de múltiplos olhares.
