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O Carrossel e a Feiticeira

Título: O Carrossel e a Feiticeira

Autor: Paulo Rangel

Sinopse: Neste romance o autor excede todos os limites para entrar numa espécie de deformação. E talvez seja esse aspecto de monstruosidade de “O Carrossel e a feiticeira” a própria essência da obra: crítica social e ao mesmo tempo gozação do gênero romance. Talvez a primeira sátira do romance que se faz entre nós. O seu alvo é a classe média, tanto de sensibilidade como de nível econômico. O Autor quer atingir seu objetivo e dessa forma pouco se importa como a leitura seja feita, do fim para o começo, ou de outros modos: você vai atingir ou sentir aquela úlcera absurda no próprio céu da boca. Este livro é uma homenagem a todas as pessoas que assistem televisão no Brasil.”

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Carrossel e a Feiticeira”, de Paulo Rangel, publicado pela editora PR Edições Especiais, em 1974 e com 245 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: PR Edições Especiais

Páginas: 245

Ano: 1974

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Paulo Rangel alterna entre a precisão técnica do direito processual penal e a narrativa leve de histórias cotidianas, criando um contraste marcante entre o rigor jurídico e o humor sagaz. Em suas obras, o ritmo pode ser denso e sistemático, especialmente quando expõe princípios constitucionais e questões controversas do sistema acusatório, mas também se torna ágil e descontraído ao abordar casos do dia a dia com um olhar observador e, por vezes, irônico. A tensão surge tanto da reflexão crítica sobre o papel do júri e da justiça quanto da investigação de crimes e situações sociais complexas, convidando o leitor a pensar sobre justiça, responsabilidade e poder. Em alguns livros, a linguagem é técnica e focada no público jurídico, enquanto em outros, a prosa é simples, quase coloquial, aproximando o leitor comum da narrativa. Essa diversidade faz dos livros de Paulo Rangel uma experiência multifacetada, que pode surpreender pelo contraste entre a abordagem prática do direito e a leveza das histórias que parecem acontecer ao nosso lado.

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