
Título: O Casamento Feliz
Autor: Ignácio Larrañaga
Sinopse: Toda convivência humana está sujeita ao desgaste; o amor, sentimento humano que é, não deixa de ter seu caráter de fugacidade; a passagem da vida assedia e diminui o encanto do amor. O que fazer para que o amor acorde de cara nova todas as manhãs? Como impedir que o desencanto devore os casais? Quais os passos a serem dados para evitar que a dominação-dependência se instale sutilmente na estrutura da relação? Como tirar de combate o inimigo fundamental do amor, o egoísmo? Como agir para manter a chama do amor acesa e viva durante as longas noites de inverno? Como coroar de êxito o complexo processo da adaptação mútua? Como evitar que os cônjuges vivam juntos, porém distantes? A estas e outras perguntas, procura dar resposta esse livro, escrito por um dos mais autorizados especialistas no difícil campo das relações humanas. Seu objetivo é falar aos casais da real possibilidade de viver a plenitude conjugal.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “O Casamento Feliz”, de Ignácio Larrañaga, publicado pela editora Edições Loyola, em 2002 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 128
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515024101
ISBN13: 9788515024100
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,163
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
