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O Castelo na Floresta

Título: O Castelo na Floresta

Autor: Norman Mailer

Sinopse: Depois de ousar escrever a história de Cristo contada pelo próprio Jesus, Norman Mailer compôs mais uma obra polêmica: em O castelo na floresta, narra a infância e adolescência de Adolf Hitler, um dos maiores tiranos de todos os tempos. Não se trata de uma obra de história, mas de um romance baseado em fatos supostamente reais, escorado em seis páginas de impressionante bibliografia. Mailer vasculha as origens do ditador nazista em busca de explicações para sua monstruosidade e, com esse objetivo, lança mão de um artifício literário: cria um narrador que se apresenta na primeira linha do livro como um oficial da SS nazista, mas que logo revelará sua verdadeira identidade: trata-se de um demônio de hierarquia menor que foi encarregado pelo Diabo de "cuidar" de Adolf Hitler desde sua concepção, pois ele se destina a grandes feitos malignos. Em tom levemente mordaz, esse demônio tem amplos poderes para contar a história da família Hitler e de seu mais famoso rebento, pois é capaz de penetrar em seus pensamentos, interferir em seus sonhos e possuí-los. O narrador desenrola uma história eivada de incestos que culminam com o nascimento de Adolf, e de acontecimentos aparentemente triviais de sua infância, mas que servem de subsídios para possíveis explicações da figura mais terrível da história do século XX. Nessa reconstituição romanesca da vida familiar do menino Adolf Hitler é difícil saber o que é fato, o que é ficção. Mas como disse o prêmio Nobel J. M. Coetzee em resenha publicada no New York Review of Books, Norman Mailer nunca hesitou em "seguir o espírito e os métodos da investigação ficcional para obter acesso à verdade de nosso tempo, numa aventura que pode ser mais arriscada que a dos historiadores, mas oferece recompensas mais ricas". "O castelo na floresta é uma investigação eletrizante sobre a natureza do mal. [...] Este inesquecível romance de um mestre da prosa reforça a crença de que nos enganamos ao atribuir a culpa de crimes hediondos a um único indivíduo, mesmo que seja o diabo. Somos todos culpados." - Beryl Bainbridge, The Guardian

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Castelo na Floresta”, de Norman Mailer, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2007 e com 432 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 432

Ano: 2007

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8535911421

ISBN13: 9788535911428

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,675
  • Altura (cm): 23,00
  • Largura (cm): 16,00
  • Espessura (cm): 2,30

Sobre o autor

A leitura dos livros de Norman Mailer oferece uma experiência marcada por um contraste intenso entre o íntimo e o social, o lírico e o áspero. Sua prosa pode ser ao mesmo tempo expansiva e detalhada, com passagens que evocam imagens vívidas da América em seus momentos mais turbulentos e decisivos. O ritmo varia entre o contemplativo, em análises profundas de personagens e eventos históricos, e o urgente, em relatos jornalísticos e ficcionais que capturam a tensão da época. Mailer explora a complexidade humana com uma abordagem que mistura ficção, reportagem e ensaio, deixando o leitor diante de questões sobre poder, violência, identidade e o sonho americano. Em seu catálogo, os livros de Norman Mailer revelam um olhar crítico e multifacetado sobre a sociedade, que não se furta a mostrar suas contradições e sombras.

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Sobre a editora

Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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