
Título: O Cenário no Avesso (Elos): Gide e Pirandello
Autor: Sábato Magaldi
Sinopse: Em O Cenário no Avesso, Sábato Magaldi, um dos mais notáveis críticos de teatro em nosso meio, focaliza dois nomes que marcaram profundamente a Literatura e o Teatro contemporâneos. O estudo sobre o Édipo de Gide é precedido de uma análise profunda da evolução do tema a partir da versão sofocliana desse mito. No trabalho sobre Pirandello, são expostos os fundamentos estéticos que plasmaram essa obra que revolucionou a dramaturgia e o teatro de nosso tempo. Mas além dos aspectos específicos, o leitor de O Cenário no Avesso sairá enriquecido pelo cotejo implícito que os dois ensaios lhe permitirão fazer, pois descobrirá entre eles um fulcro comum. Na mesma atração pelo abismo, na mesma curiosidade pelo reverso da medalha, na mesma busca do sentido da existência, na mesma procura do autêntico em detrimento do convencional, ele poderá vislumbrar uma presença comum, que é a visão que o homem de hoje tem de si próprio. ( texto extraído da Editora Perspectiva)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Cenário no Avesso (Elos): Gide e Pirandello”, de Sábato Magaldi, publicado pela editora Perspectiva, em 1991 e com 102 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Perspectiva
Páginas: 102
Ano: 1991
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8527304082
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
