
Título: O cobrador que lia Heidegger: Contos e Crônicas
Autor: Samir Thomaz
Sinopse: O cobrador que lia Heidegger representa um pequeno inventário. Nessas histórias aqui reunidas, está contido um pouco daquilo que foi e daquilo que poderia ter sido. Fragmentos de felicidade, vestígios de sentimentos, ressaibos de emoção. Esboços, epifanias, pegadas. Clarões. Mas se as histórias traduzem as cores do meu presente, seu alcance não conhece limites na memória. E os personagens que nelas se afluem se erigem como estátuas nostálgicas, a fundar no tempo e no espaço sua própria dimensão. O pai que vai se tornando invisível, o tio que não morre, a frase que nos assalta no meio da noite, o inusitado das descobertas diárias, um peixinho dourado no escuro do quarto, as criaturas anônimas que não enxergamos, os arabescos que se enovelam na madrugada. Enfim, a vida olhada de dentro e a mesma vida olhada de fora com encanto e paixão.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O cobrador que lia Heidegger: Contos e Crônicas”, de Samir Thomaz, publicado pela editora Aymará, em 2009 e com 112 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Aymará
Páginas: 112
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788578412159
Sobre a editora
Os livros da editora AYMARA apresentam uma variedade de abordagens que transitam entre o didático e o narrativo, com foco em temas que envolvem educação, desenvolvimento humano e experiências infantis. A leitura aqui se revela tanto como ferramenta de formação crítica quanto como convite à imaginação, com obras que exploram desde práticas pedagógicas até histórias infantis que trazem simplicidade e emoção. O catálogo sugere uma atenção especial a conteúdos que estimulam a reflexão social e cultural, além de promover o contato com a literatura e a arte em múltiplas formas. O tom varia entre o reflexivo e o lúdico, com ritmos que podem ser mais pausados e contemplativos ou mais dinâmicos e envolventes.
