
Título: O colecionador de sombras
Autor: Sérgio Augusto
Sinopse: “O colecionador de sombras” reúne pela primeira vez a produção do jornalista Sérgio Augusto sobre cinema. A obra chega aos leitores exclusivamente em formato digital. “Sérgio Augusto é, até onde sei, o único filho intelectual de um estranho casal formado pelo Cahiers du Cinéma e a New Yorker.” “Os 66 textos que agora aparecem em sua tela são reflexo, em vários sentidos, da tela à qual dedicou grande parte de uma carreira brilhante, que em quase seis décadas passou pelo melhor do jornalismo brasileiro, dos jornais e revistas mainstream aos momentos heroicos e decisivos do Opinião e do Pasquim.” “Assim arrumados em livro, estes ensaios publicados no Estado de S. Paulo entre 2001 e 2015 formam uma espécie de autobiografia intelectual e sentimental do jovem que ao ler uma crítica de Moniz Vianna decidiu: “‘É isto que eu quero ser na vida’. Ou seja, ser capaz de assistir a um filme e depois escrever uma porção de coisas inteligentes a seu respeito”. Um projeto que, como se viu e verá aqui, saiu melhor do que a encomenda.” Trechos do prefácio inédito, por Paulo Roberto Pires.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O colecionador de sombras”, de Sérgio Augusto, publicado pela editora e-galáxia, em 2015 e com 247 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: e-galáxia
Páginas: 247
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora E-Galáxia costumam explorar narrativas que transitam entre o conto, o ensaio e o humor gráfico, criando uma experiência de leitura marcada pela diversidade de vozes e estilos. O catálogo apresenta obras que vão do relato íntimo e sensível, como crônicas pessoais e histórias de paternidade, até contos densos e provocativos que abordam temas como culpa, violência urbana e dilemas éticos. Em alguns títulos, o ritmo é mais acelerado, com tensão crescente, enquanto em outros predomina um tom mais reflexivo e pausado, quase meditativo. Essa variedade sugere um interesse editorial em textos que desafiam o leitor a navegar entre o cotidiano e o extraordinário, entre o realismo cru e o humor sutil.
