
Título: O conto azul de Leonardo da Vinci
Autor: Felix Richter
Sinopse: São curiosos os paralelos entre a ficção e a realidade, principalmente, quando se trata de Leonardo da Vinci, um ícone da genialidade. No momento em que surge, no mundo das Artes, a discussão sobre uma suposta obra inédita de Leonardo da Vinci, Felix Richter lança o livro de ficção O conto Azul de Leonardo da Vinci, cuja temática aborda, justamente, o surgimento de um suposto quadro inédito do pintor. O livro de Richter questiona, através da ficção, os hábitos, as motivações e as verdades de artistas, curadores, jornalistas, críticos, colecionadores, marchands, instituições e de amantes das Artes em geral. Sendo o próprio Richter, além de autor, fotoartista, o livro traz a visão de quem viveu as frustrações e as conquistas do meio das Artes, em que hierarquias, amizades por interesse e regras ocultas convivem, lado a lado, com a infinita liberdade do criativo. O Conto Azul de Leonardo da Vinci passa, porém, longe de ser uma obra analítica do meio das Artes. Acima de tudo, trata-se de um convite à redenção. Através de um enredo imprevisível, o leitor é conduzido à liberdade azul a que a arte se propõe.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O conto azul de Leonardo da Vinci”, de Felix Richter, publicado pela editora Céu Azul de Copacabana, em 2012 e com 66 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Céu Azul de Copacabana
Páginas: 66
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8587467301
ISBN13: 9788587467300
Sobre a editora
Os livros da editora Céu Azul De Copacabana oferecem uma experiência visual e narrativa que mescla a contemplação de paisagens brasileiras com histórias que exploram tanto a realidade quanto a ficção. O catálogo privilegia obras que valorizam imagens marcantes, como fotografias inéditas de regiões naturais e urbanas, e relatos que combinam o cotidiano com elementos de mistério e sobrevivência. Há uma atenção especial às cidades e ambientes brasileiros, apresentando contrastes entre natureza e urbanidade, além de enredos que se desdobram em múltiplas camadas, ora mais sensoriais, ora mais reflexivas. O tom varia entre o contemplativo e o tenso, com narrativas que convidam à imersão em atmosferas específicas, seja no pulsar das metrópoles ou no silêncio da mata.
