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O Conto da Aia: The Handmaid

Título: O Conto da Aia: The Handmaid's Tale

Autor: Margaret Atwood

Sinopse: Escrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, o a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão, tornando-se propriedade do governo, e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump. - The Republic of Gilead offers Offred only one function: to breed. If she deviates, she will, like dissenters, be hanged at the wall or sent out to die slowly of radiation sickness. But even a repressive state cannot obliterate desire – neither Offred's nor that of the two men on which her future hangs. Brilliantly conceived and executed, this powerful evocation of twenty-first-century America gives full rein to Margaret Atwood's devastating irony, wit and astute perception.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Conto da Aia: The Handmaid’s Tale”, de Margaret Atwood, publicado pela editora Vintage Books, em 2007 e com 324 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Vintage Books

Páginas: 324

Ano: 2007

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 0099740915

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Margaret Atwood é uma imersão em mundos onde o futuro próximo se mistura com o presente, criando cenários que oscilam entre o familiar e o inquietante. Sua prosa combina uma tensão constante entre o distópico e o íntimo, revelando personagens que enfrentam crises morais e sociais profundas, muitas vezes em regimes totalitários ou sociedades pós-apocalípticas. O ritmo varia entre narrativas densas e momentos de reflexão, com um humor sutil e uma ironia que não poupam críticas ao poder, à opressão e às questões ambientais. A experiência é marcada por vozes femininas complexas e multifacetadas, que desafiam versões tradicionais da história e da mitologia. Ler Margaret Atwood é confrontar perguntas sobre identidade, memória e resistência, sempre com uma escrita que é ao mesmo tempo acessível e carregada de significado, um convite para pensar o presente através de futuros possíveis.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Vintage Books costumam oferecer uma experiência de leitura que combina profundidade analítica e narrativa envolvente, atravessando temas como história, política, psicologia e literatura. As sinopses sugerem um interesse por personagens complexos, desde figuras históricas até protagonistas marcados por dilemas morais e sociais, em contextos que vão da guerra civil americana a ambientes contemporâneos urbanos. O tom varia entre o rigor informativo e o literário, com obras que exploram tanto a dimensão factual quanto a subjetiva, muitas vezes com ritmo cadenciado e linguagem acessível, mas sem abrir mão da densidade conceitual. O catálogo da Vintage Books revela ainda uma atenção especial a conflitos humanos intensos, sejam eles pessoais, sociais ou políticos, e a uma abordagem que privilegia a reflexão crítica sobre o passado e o presente.

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