
Título: O Cultivo do Ódio
Autor: Peter Gay
Sinopse: Quando o barril de pólvora europeu explodiu em 1914, atiçado pelo estopim de Sarajevo, Thomas Mann confidenciou a um amigo: "A guerra traz purificação, libertação e uma enorme esperança". Por trás dessa afirmativa pulsavam cem anos de civilização burguesa, em que o ódio, a violência e os instintos agressivos haviam sido cuidadosamente canalizados - e canonizados.Neste livro, Peter Gay, professor de História na Universidade Yale, autor do premiadíssimo Freud: uma vida para o nosso tempo (Companhia das Letras, 1989), empreende uma fascinante investigação dos múltiplos significados da agressão na cultura do século XIX. Obra monumental, que relaciona continuamente micro e macro-acontecimentos, O cultivo do ódio é um fluxo brilhante de análises e idéias que renovam significativamente a dimensão e a profundidade dos nossos conhecimentos.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “O Cultivo do Ódio”, de Peter Gay, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1995 e com 696 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 696
Ano: 1995
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571644888
ISBN13: 9788571644885
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,008
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 3,60
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
