
Título: O Declínio do Homem Público
Autor: Richard Sennett
Sinopse: Para entendermos por que 'O declínio do homem público' já se tornou uma espécie de clássico da sociologia contemporânea, basta olharmos à nossa volta. Basta ver que um país como o Brasil tem, por exemplo, muito mais poetas do que leitores de poesia. Do advogado ao médico, à dona de casa e até ao cineasta, passando, é claro, pela atriz, todos escrevem - e empurram-nos - seus poeminhas. Por que será que é mais fácil escrever poesia do que ler poesia, fazer arte do que ver arte - paradoxo que só pode implicar rebaixamento de qualidade? É que no mundo do 'eu me amo', do narcisismo desvairado, a privatização da existência assumiu proporções tais que o eu constantemente invade o já tão depauperado espaço do outro. Como demonstra o raciocínio de Richard Sennett, ser outro hoje em dia é duro, nesse bulevar de vitrines do ego.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Declínio do Homem Público”, de Richard Sennett, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1988 e com 448 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 448
Ano: 1988
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8585095822
ISBN13: 9788585095826
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
