
Título: O Decreto da Alegria
Autor: Rubem Alves
Sinopse: Que bom seria se o mundo não possuísse a tristeza... Não conheceríamos a dor da saudade, da solidão, do medo, do futuro, de tudo aquilo que nos faz chorar. O educador Rubem Alves traz em O Decreto da Alegria, lançamento Paulus, uma visão positiva sobre a tristeza, contando-nos a história de um rei de bom coração e cabeça tola que decreta não haver mais a tristeza e a infelicidade em seu reino. O decreto exige que todos vivam alegres e felizes sob pena de punições de cócegas e piadas.Mas o rei se engana em achar que a tristeza não é bela, que não nos traz felicidade, beleza, ternura, sensibilidade. Como pensou uma menina do Reino da Alegria: “As tardes deveriam estar tristes no Reino, porque o pôr-do-sol fora proibido. Sem a tranqüilidade do pôr-do-sol, as pessoas não se curam da agitação do dia... A beleza não convive bem com a confusão, falatório e barulho das festas.”
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Decreto da Alegria”, de Rubem Alves, publicado pela editora FTD, em 2016 e com 35 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: FTD
Páginas: 35
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788596004022
Sobre a editora
Os livros da editora FTD costumam oferecer uma experiência que combina narrativas históricas e literárias com materiais didáticos estruturados para o ensino fundamental. O catálogo apresenta desde histórias ambientadas em diferentes tempos e espaços, como o Brasil colonial e a Europa, até coleções que exploram conteúdos escolares com foco em gêneros textuais, ciências e matemática. A leitura varia entre o mais narrativo, com enredos que envolvem personagens e aventuras, e o mais informativo, com seções que incentivam a produção textual e o estudo aprofundado, sempre com linguagem acessível e recursos visuais. O ritmo pode alternar entre o envolvente e o didático, atendendo a públicos jovens e escolares, com obras que também valorizam temas culturais e sociais.
