
Título: O Desaparecimento Dos Rituais
Autor: Byung-Chul Han
Sinopse: Rituais podem ser definidos como técnicas simbólicas de encasamento. Transformam o estar-no-mundo em um estar-em-casa. Fazem do mundo um local confiável. São no tempo o que uma habitação é no espaço. Fazem o tempo se tornar habitável. Sim, fazem-no viável como uma casa. Ordenam o tempo, mobiliam-no. Os rituais não assinalam, no presente ensaio, um local saudosismo. Servem, ao contrário, como contraponto perante o qual nosso presente se delineia de modo mais nítido. É sempre nostalgia que se esboçará uma genealogia do desaparecimento que, não obstante, não será interpretada como história da emancipação. Ao decorrer disso, serão delineadas patologias do presente, sobretudo a erosão da comunidade. Reflete-se, desse modo, a respeito de outras formas de vida que seriam capazes de libertar a sociedade de seu narcisismo coletivo. (Trecho da obra)
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “O Desaparecimento Dos Rituais”, de Byung-Chul Han, publicado pela editora Editora Vozes, em 2021 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Editora Vozes
Páginas: 160
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6557132482
ISBN13: 9786557132487
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,128
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 10,50
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Vozes oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e acessibilidade, com foco em temas religiosos, filosóficos e sociais. A maior parte das obras dialoga com a tradição cristã, especialmente o catolicismo, abordando desde fundamentos teológicos e hermenêuticos até reflexões sobre espiritualidade e práticas pastorais. Além disso, o catálogo inclui textos que exploram a antropologia cultural, sociologia da religião e educação, com uma linguagem que varia entre o didático e o ensaístico, sempre com atenção ao contexto histórico e cultural. Há obras que propõem exercícios práticos, como vivências para o desenvolvimento pessoal, e outras que se dedicam à análise crítica e interdisciplinar, indicando um equilíbrio entre abordagens mais narrativas e outras mais informativas.
