
Título: O desvario do pólen
Autor: Maria Carpi
Sinopse: Foi escrito pela poeta quando ainda universitária, são versos feitos entre 1960 e 1964. “Havia uma distância enorme, mas eu li e não modifiquei nada. Respeitei a autora, que era a Maria Elisa”, brinca ela que, como escritora madura, veio a assinar “Maria Carpi”. Daquela época, relembra que havia ganhado de seu pai Os sinos de Nagasaki, de Paulo Nagai, lançado em 1956. Na obra, o médico que salvou famílias descreve as cenas terríveis da bomba atômica na II Guerra Mundial. “Eram momentos díspares: o éden soberbo da minha infância enquanto povos eram bombardeados”, reflete a menina que foi criada na Serra gaúcha e se assombrou quando viu pela primeira vez um lagarto desentocado, que lhe foi símbolo da estranheza do mundo. Fonte: Milton Ribeiro - Guia21
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O desvario do pólen”, de Maria Carpi, publicado pela editora ardotempo, em 2016 e com 128 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: ardotempo
Páginas: 128
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788562984495
Sobre a editora
Os livros da editora ARdoTEmpo oferecem uma experiência de leitura marcada por uma atenção profunda à linguagem poética e à crônica literária, frequentemente explorando territórios culturais e históricos do sul do Brasil e da América Latina. O catálogo privilegia obras que transitam entre o lírico e o memorialístico, com temas que vão do amor e da identidade cultural até reflexões sobre tempos difíceis e realidades sociais complexas, como o tráfico de mulheres e regimes autoritários. A narrativa pode ser tanto densa e carregada de simbolismo, como em poemas bilíngues que dialogam com a arte pré-colombiana, quanto mais direta e cotidiana, como nas crônicas que revelam o cotidiano com sensibilidade e ritmo cadenciado. Essa diversidade se manifesta em livros que ora se aproximam da poesia pura, ora do relato memorialístico, com um tom que varia entre a revolta, a contemplação e a homenagem.
