
Título: O Deus da Carnificina
Autor: Yasmina Reza
Sinopse: Annete e Véronique observam a pintura de Francis Bacon na capa do livro de arte sobe a mesa de centro: «Crueza e esplendor», diz uma, «Caos e equilíbrio», a outra completa. Tulipas, clafoutis, cafés, um conflito e dois casais tentando resolvê-lo da maneira mais civilizada possível. Reunidos em um único cenário cujos elementos vão ruindo aos poucos, os personagens passam ao largo de cada tentativa de conciliação, e a ânsia por encontrar o justo equilíbrio e ordenar o caos resulta na exposição implacável da fragilidade, da ira, da incompreensão, de inúmeros pequenos desaforos que fazem pesar o ar do apartamento friamente decorado, sua arena, e chegam ao mais humano e ridículo (também risível) que pode existir em cada um de nós. Na peça O Deus da Carnificina a escritora e dramaturga francesa Yasmina Reza expõe a dificuldade de comunicação que impera entre nós, mesmo em um universo repleto de palavras, talvez justamente por seu excesso. A peça foi adaptada para o cinema pelo diretor Roman Polanski em 2011 e contou com a participação da escritora no roteiro.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “O Deus da Carnificina”, de Yasmina Reza, publicado pela editora Editora Âyiné, em 2021 e com 156 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Editora Âyiné
Páginas: 156
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586683734
ISBN13: 9786586683738
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 10,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Âyiné convidam a uma imersão em temas densos e variados, com narrativas que transitam entre o ensaio, a crônica e a reflexão filosófica. A experiência de leitura é marcada por textos que exploram histórias pessoais e coletivas, frequentemente em contextos históricos e culturais complexos, como a Ásia Central pós-soviética ou a memória da guerra e da migração. O tom costuma ser sóbrio, com linguagem precisa e ritmo que privilegia a contemplação e o aprofundamento, sem pressa, mesmo quando o tema é intenso ou político. O catálogo sugere um interesse por abordagens que combinam rigor intelectual com uma sensibilidade literária, incluindo relatos autobiográficos, análises culturais e reflexões poéticas. Em alguns casos, há um diálogo entre passado e presente, entre memória e identidade, que se manifesta em textos que mesclam narrativa e ensaio.
