
Título: O Deus dos oprimidos
Autor: James H. Cone
Sinopse: Afirma o jornal The Christian Century: "O trabalho de Cone é muito bom na sua compreensão e apreciação da luta negra... Cone abriu a porta para uma teologia universal." Os leitores brasileiros, acostumados a uma visão religiosa a partir da visão do branco, poderão agora conhecer o que realmente pensa um teólogo negro a respeito de sua gente, da história sofrida de um povo em busca de libertação. Talvez o leitor sentir-se-á incomodado com certas afirmações de Cone. Entretanto, torna-se necessária essa tomada de consciência e coragem para superar preconceitos seculares, para chegar à reconciliação entre brancos e negros. Naturalmente, como diz o próprio autor, essa busca de libertação, igualdade e verdadeira fraternidade exige transformação e luta. Mas a vitória é certa, pois o próprio Deus assumiu a causa dos oprimidos. O Deus bíblico é o Deus de Jesus Cristo, que veio "para pregar a boa-nova aos pobres, para proclamar a liberdade aos cativos e recuperação da vista aos cegos, para pôr em liberdade aqueles que estão oprimidos" (Lc 4,18-19).
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Deus dos oprimidos”, de James H. Cone, publicado pela editora Paulinas, em 1985 e com 286 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulinas
Páginas: 286
Ano: 1985
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8505002598
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Paulinas costumam apresentar uma linguagem acessível e um cuidado especial com a clareza, seja na releitura contemporânea de textos sagrados ou na abordagem de temas espirituais e sociais. A experiência de leitura frequentemente convida a uma reflexão profunda sobre fé, promoção humana e transformação pessoal, com narrativas que transitam entre o didático e o poético. O catálogo inclui obras que dialogam com públicos variados, desde crianças e jovens até adultos interessados em catequese, espiritualidade e questões sociais, sempre com um tom que mescla simplicidade e profundidade. A diversidade editorial se manifesta em textos que vão do relato pessoal e histórico a propostas pedagógicas e à literatura infantojuvenil, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto narrativo.
