
Título: O Deus Selvagem
Autor: A. Alvarez
Sinopse: Suicídio: para a religião, pecado abominável; para a ciência, manifestação patológica. O ensaísta inglês A. Alvarez descarta esses dois rótulos e, estudando o suicídio na cultura do Ocidente, procura devolver um pouco de dignidade a esse ato radical. Seu fio condutor é o poder de atração que a morte voluntária exerce sobre os artistas, sobre a imaginação criadora.O livro contém, por exemplo, um ensaio brilhante sobre a poesia e a morte da americana Sylvia Plath: na explosão criativa de seus últimos poemas, o autor identifica as mesmas visões e a mesma coragem que a levaram ao fim trágico. No mesmo tom lúcido e preciso de todo o livro, Alvarez narra sua própria tentativa de suicídio e desentranha daí o espaço da esperança.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “O Deus Selvagem”, de A. Alvarez, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1999 e com 288 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 288
Ano: 1999
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571649286
ISBN13: 9788571649286
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,365
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
