
Título: O DIA EM QUE EU ENTENDI O ADEUS
Autor: Sophia Nogueira
Sinopse: "Um dia eu vi a Morte, e a Morte olhou para mim.Ela sorria para mim, e eu sorria para ela de volta.Os adultos também viam a Morte, mas rapidamente viravam a cabeça e fingiam que ela não estava ali."Apesar de ter aprendido com os adultos a não encarar a Morte, ao encontrá-la, um menino resolve não fazer isso, e os dois têm uma longa conversa. Ele aprende então que a Morte vem para todos os seres vivos e faz parte da vida. E o que importa é o que vivemos, as experiências que temos e, depois da morte, as memórias que construímos junto das pessoas que amamos. Ao final dessa conversa, o menino entende que a Morte é um adeus a quem continua dentro de nós.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O DIA EM QUE EU ENTENDI O ADEUS”, de Sophia Nogueira, publicado pela editora Yellowfante, em 2024 e com 36 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Yellowfante
Páginas: 36
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 656065060X
ISBN13: 9786560650602
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,100
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Yellowfante convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o lúdico e o reflexivo, muitas vezes com forte presença da cultura popular brasileira e suas tradições. O catálogo revela um interesse por histórias que misturam aventura, mistério e fantasia, como casos policiais em mansões ou buscas com pistas enigmáticas, ao lado de obras que valorizam a literatura de cordel e a oralidade. Há também uma atenção especial para o público infantil e juvenil, por meio de textos que abordam temas sociais e éticos com leveza e criatividade, além de narrativas que trazem personagens reais ou ficcionais inseridos em contextos comunitários ou históricos. O tom varia entre o poético e o bem-humorado, com ritmo que pode ser tanto cadenciado e meditativo quanto dinâmico e envolvente.
