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O Dia Em Que Luca Não Voltou

Título: O Dia Em Que Luca Não Voltou

Autor: Luís Dill

Sinopse: Luca era filho único em uma família de classe média alta, vivia em um condomínio monitorado e não costumava dar trabalho - era bom aluno, craque de bola e o sonho de muitas meninas. Mas um dia Luca não voltou do colégio. Veio até o condomínio na condução de sempre, sumindo sem deixar rastro. O tempo vai passando, as notícias não chegam e a família se despedaça aos poucos. Quem narra essa história de dor e aflição é Everaldo, filho da empregada, com doze anos quando tudo acontece, um a menos que Luca. Por meio dele, Dill fala, com muita sensibilidade, de uma realidade terrível de nosso país - estima-se que quatro menores de doze anos desapareçam todos os dias no Brasil. E muitos são os pais que ficam sem resposta, esperando rever o filho sumido, ou pelo menos ter alguma explicação do que aconteceu. Ao final do livro, um apêndice apresenta dados sobre crianças desaparecidas no Brasil e no mundo, indica os procedimentos a serem tomados - tanto para se evitar que algo aconteça quanto para que a busca seja a mais eficaz possível - e indica sites e telefones úteis.

Contexto da obra

Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Dia Em Que Luca Não Voltou”, de Luís Dill, publicado pela editora Cia das Letras, em 2009 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.

Editora: Cia das Letras

Páginas: 112

Ano: 2009

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8535915451

ISBN13: 9788535915457

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,197
  • Altura (cm): 22,50
  • Largura (cm): 15,50
  • Espessura (cm): 0,80

Sobre o autor

A leitura dos livros de Luis Dill revela um universo onde o cotidiano se mistura com o inesperado, criando atmosferas que oscilam entre o íntimo e o social, o real e o surreal. As narrativas frequentemente exploram situações-limite, como o confinamento, a violência ou o mistério, e convidam o leitor a mergulhar em personagens jovens e adultos que enfrentam dilemas emocionais e éticos. O ritmo varia entre o tenso e o contemplativo, muitas vezes sustentado por diálogos que revelam camadas de tensão e afeto. A prosa privilegia a construção de ambientes e relações humanas complexas, sem perder a leveza da imaginação e da reflexão sobre o outro e o eu.

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