
Título: O Dia em que o Rock Morreu
Autor: André Forastieri
Sinopse: O dia em que o rock morreu é uma viagem por 25 anos de crítica musical. O jornalista André Forastieri selecionou, costurou e atualizou textos que escreveu para os mais diversos veículos da imprensa brasileira. Construiu um álbum conceitual que crava uma estaca no coração do rock. É um álbum duplo com quatro partes. No lado A do primeiro disco, o autor disseca ícones mortos: Lennon, Hendrix, Lou Reed, Amy Winehouse, Joe Strummer e mais. No lado B, enterra o rock brasileiro. No segundo disco, Forastieri se despede das revistas de música, das capas de discos, da MTV, da indústria fonográfica, das bandas. Ele fecha reencontrando Kurt Cobain vinte anos após sua morte, com tudo que escreveu sobre o Nirvana e a entrevista que fez com Kurt. Um epitáfio sobre a última banda que importou. Com afeto, sem nostalgia. Este é um livro para quem, como Forasta, se apaixonou pelo rock – mas sabe que é hora de dizer adeus e olhar pra frente.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “O Dia em que o Rock Morreu”, de André Forastieri, publicado pela editora Arquipélago Editorial, em 2014 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Arquipélago Editorial
Páginas: 184
Ano: 2014
Edição: Artes e Cultura
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8560171584
ISBN13: 9788560171583
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,220
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Arquipélago Editorial convidam o leitor a navegar por temas que misturam reflexão profunda e narrativas de vida, com um olhar atento à linguagem e à experiência humana. O catálogo traz obras que exploram desde o cotidiano das cidades e das relações pessoais até debates contemporâneos sobre sociedade, direito e empreendedorismo consciente. A leitura costuma alternar entre o tom jornalístico, ensaístico e o da crônica leve, com textos que ora provocam o pensamento, ora oferecem humor sutil. Há um interesse evidente por trajetórias individuais e coletivas que se desdobram em contextos históricos, sociais e culturais, sempre com uma linguagem acessível, porém cuidadosa.
